18/03/15

Off-line

A tecnologia está se tornando cada vez mais presente na vida dos cidadãos, não só para a vida profissional ou para passar o tempo mas também para facilitar o lazer na vida off-line. Como assim? Fica mais fácil de entender esse conceito depois de conhecer o Sem Hora. 

É um aplicativo que facilita a compra de ingressos pra eventos categorizados pela data ou tipo, abrangendo desde partidas de futebol até festas, shows e festivais de música. Com apenas alguns cliques você efetua a compra e tem seu ingresso em mãos para o evento que rola em seja lá qual for o lugar do Brasil em que estiver. 

Aliás, muito útil para vida off-line é o Move It. Em cidades grandes e complicadas como São Paulo, que não tem uma sinalização muito eficiente em relação ao transporte público, o Move It é um grande trunfo. Ele dá as coordenadas para ir de um lugar ao outro a pé, de ônibus, metrô, trem, ou misturando esses meios. Indica os números de ônibus, nomes de estações, e até mesmo dá os horários de um trecho ao outro com precisão. Nele, há a opção de pedir taxi também, mas convenhamos que ele é vantajoso justamente para quem quer gasta menos optando por transportes públicos. 

Em termos de praticidade, está cada vez mais frequente o uso do iFood. Tanto para quem mora sozinho e não quer ter trabalho depois de um dia cansativo quanto para preencher a mesa de uma reunião com amigos em um dia de chuva. Esse app é o avanço do sistema delivery de comida: não é preciso falar com atendentes, a escolha é bem mais fácil com o cardápio na tela do celular, pode-se salvar endereços e refazer pedidos. É mais prático, mais seguro e gratuito, além de oferecer algumas promoções exclusivas!

O Popular Pays é ideal para a geração vidrada em Instagram. Seguidores e curtidas podem ser considerados futilidade, sem dúvidas, mas podem ser úteis na vida fora das telas também. Esse app funciona só nos EUA, mas como cada vez mais as pessoas viajam, seja para trabalho ou lazer, é sempre bom ter aquela dica a ser posta em prática em território estrangeiro. Dependendo da quantidade de seguidores no Instagram você pode ser bonificado com roupas, tratamentos, comidas e etc em troca de um post falando a respeito. Um cafézinho aqui, uma massagem ali, roupinhas e até mesmo diárias em hotéis... Claro que o bônus é proporcional à quantidade de seguidores. Um toque supérfluo de deixar o programa do dia mais gostoso. 

A cada segundo que passa mais gente vai pensando em novas invenções e o número dessas voltadas à tecnologia cresce junto; novidades na área é que não faltam. 

Divirta-se na vida off-line com apenas alguns cliques online. 

Até
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11/12/14

A procura da paz




Abandonei meu vestibular pra viajar(mais uma vez). 
Nem sabia o que queria me tornar... não faz sentido fazer uma faculdade agora. Obviamente não tive apoio. Mas eu queria viver a vida lá fora e então decidi ir...

Seria mais uma de minhas aventuras morando sozinha com uma mochila nas costas, e todos os sonhos do mundo.
Pode parecer loucura mas eu sou daquele tipo que precisa se perder pra se achar...

Como(até hoje)a vida nunca me sacaneou, resolvi ir. 
Quem sabe lá eu não encontre minha paz.
Até hoje não sei explicar o que sinto quando me despeço sofridamente da minha família e entro no avião.. 

É sofrimento de luxo... Deixar alguém e ir em busca de uma coisa que nem você mesmo sabe o que é, e muito menos se irá encontrar.
Qualquer oportunidade é agarrada, deixando aquela expectativa pro futuro mas nem sempre se concretiza. 
Tanto que eu estou aqui, e já estive lá. 

O mais 'engraçado' é que tenho muito mais a agradecer do que a pedir.
Talvez se pudesse pedir, pediria de novo.. pediria tudo de novo.

Lógico que alguns detalhes eu mudaria.. mas a essência seria basicamente a mesma.
Esse caminho certinho não é pra mim. Eu quero é viajar, conhecer pessoas, me apaixonar pelo mundo e no fim de tudo, voltar pra casa. E depois disso tudo, começar tudo de novo.
Pode parecer estranho, mas essa loucura me trás paz.

Isso resumi a tal ' sensação' de fazer um intercambio ou de ir morar em outro lugar que muita gente me pergunta.. Cada um tem a sua, e essa é a minha.

Se sentir livre e entender que o futuro é incerto. Saber que muita coisa será complicada, que a saudade vai apertar muitas vezes, que as vezes você vai se sentir diferente de metade de seus amigos. Que vai chorar, vai rir , vai ter história p contas e vai viver.

 As vezes bate um desespero e você acha que fez burrada mas depois isso passa e ou você tem certeza que ali é o seu lugar, ou você tem a certeza de que fez burrada mesmo.
Viver do jeito que você acha certo ou do jeito que no momento você acha certo. 

Esse é o sentido de tudo. O meu sentido.
 A REALIDADE TAMBÉM PODE SER UM SONHO!

Ps: Ano que vem to por ai procurando a tal paz com a mochila cheia de sonhos... Em breve revelo o destino!  ;)

Beijos com muito amor e muitas viagens a todoooooosss...
Larissa 
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27/10/14

Viagem à África - parte 3

Esse já é o terceiro post sobre a viagem à África, caso você não tenha lido o anterior é só clicar aqui, e como já disse nos anteriores, isso é a transcrição do meu diário de bordo.

DIA 28/12/2011

Hoje de manhã fomos andar em uma canoa que se chama mocoro. Atravessamos a lagoa pelos arredores e começamos uma caminhada em uma área que até então não conhecíamos e que deveria ser longa, porém passaram um rádio para o Bate dizendo que o leopardo estava por alí, e por mais que Bate estivesse com uma espingarda, não queríamos machucar nenhum animal, então tivemos que voltar e não vimos nada de novo além dos jacarés na lagoa.



Entrando no mocoro caí de cara na lama e não sei nem como salvei a máquina, mas sei que meu reflexo pra levantar foi bem rápido pelo medo dos bichos dalí.

Chegando no camp, logo saímos para o game drive em busca do leopardo mas não achamos, de novo. Em compensação, vimos mais uma vez os baby leões, e também baby elefantes.



Só deu tempo de almoçar, dar umas camisetas e fazer umas comprinhas na loja do camp antes de termos que ir pro aviãozinho de novo.

Estava chovendo muito forte e deu um medinho, mas o pior foi se despedir do Titi e do Bait (descobri  que o nome dele se escreve assim).

Quando chegamos no Lagoon Camp ficamos surpreendidos com o conforto; não era como uma cabana igual o Kwara, era (é) bem mais sofisticado, mas as pessoas não chegam nem aos pés do Kwara em questão de simpatia.

Briguei com meu pai e com meu irmão porque são dois pentelhos e tudo que acontece de ruim eles põe a culpa em mim (tipo meu pai ter trazido só um par de tênis... até porque isso tem tudo a ver comigo) e tudo que acontece de bom eles assumem (por exemplo eu que dei a ideia de vir pra cá e meu pai diz que foi ele) e então me neguei a sair com eles hoje.

O cara só sabe me xingar e ainda acha estranho eu não querer sair junto. Ainda quis colocar medo falando que os espíritos iam vir me pegar, que tinha visto escorpiões no banheiro, etc... hahaha... deve estar me confundindo com meu irmão. Até chantagem de que se eu não fosse eu não iria pro intercâmbio ele fez... ô medo...

No fim, fiquei no chalé lendo sozinha; já estou zicada de ter saído do Kwara mesmo...

Obs: me deu um medonho quando eu lembrei do Titi ontem, fazendo uma macumba estranha; mas acho que não foi pra mim nem pro meu pai, até porque eles ficaram brothers discutindo a dificuldade da maconha pra chegar até aqui, apesar de chegar.

...

Meu irmão e meu pai voltaram e me contaram o que aconteceu:

"Primeiro a gente conversou com o David e a mulher, um casal de nova iorquinos, e depois saímos para o game drive com os novos guias, que nos mostraram o bluebush, um mato que os nativos ficam mastigando porque faz bem pros dentes e minha boca ficou toda laranja. O dia estava meio sem graça mas  quando nos aproximamos de um vale lotado de elefantes, um dos filhotes saiu correndo muito rápido e o maior elefante da manada achou que tínhamos feito algo com ele e começou a 'gritar' e correr na nossa direção junto com outros dois. O motorista achou que o barulho do motor daria medo neles mas não adiantou e tivemos que sair no pinote para não sermos atacados. O mais engraçado foi o tracker, James, que apavorou!" - Nicolas.

Meu irmão falou mais umas coisas mas muito chatas, então nem vou escrever. O que achei interessante é que o elefante só surrou assim porque eles já tinham passado a fronteira com a Namibia, onde é permitida a caça aos elefantes, e sabendo disso os animais ficam mais agressivos.



DIA 30/12/2011

Ontem eu não escrevi mas nem foi tão legal; foi um dia normal com pescaria de tarde. Pesquei um peixe de uns 8cm e só. Odeio pescar, na verdade.

De noite conversei com um cara da Califórnia e um de uma tribo de Botswana mesmo, que me ensinou várias coisas e com quem fiquei falando sobre o ensino aqui. 

Fomos deitar e as instalações que pareciam confortáveis eram mal projetadas e choveu na gente.

Hoje de manhã fomos até metade do caminho para Lebala com os guias do Lagoon e a outra metade com os caras do novo camp. Essa segunda parte teve um astral muito diferente (melhor!!).

De tarde, depois do brunch, no qual meu pai ficou entrosando com uma família de americanos de Connecticut, choveu muito e decidimos não sair, ficamos no camp, o qual é confortável, bem estruturado e as pessoas são demais.

Aprendemos jogos típicos daqui com todo o staff, incluindo nosso guia, Speedy, e nosso tracker, Play, muito sangue bom. Lógico que então eu briguei com os lindões papai e irmãozinho de novo e fiquei no quarto, onde o Speedy veio me trazer sopa - a comida daqui é muito boa, UFA!

Vimos no caminho pro quarto um camaleão, e até deu pra ver ele mudando de cor quando desceu da árvore pro chão. Achei lindo, ao contrário dos sapos de estimação que eles têm no saguão e que quase enfartei quando vi. ODEIO SAPOS!

Me apaixonei por um suco de maçã daqui que tem em todos os camps que ficamos e não sei como vou fazer sem.

Ah, e fui matar um mosquito na quina do móvel e acho que quebrei a mão porque está roxa e inchada, mas okay.

Mais tarde...

Nos ensinaram como fazer um jogo tipo pião e um jogo de tabuleiro com pedras que a gente apelidou de Ziper Game já que o nome é muito difícil, e conhecemos um inglês que mora no Canadá que veio dar palestra na África do Sul sobre uma tese de melhora na saúde com uma luz em contato com a pele..... tá, vou parar de tentar explicar um negócio que nem eu entendi direito mas achei legal... vamos ver amanhã...

PS: Vi um beija-flor fosforescente vermelho que até agora me pergunto se foi sonho ou realidade.

  


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24/10/14

Viagem à África - parte 2

Oii, esse post é o segundo da minha viagem à África (se você não leu o primeiro é só clicar aqui).

Ele foi transcrito exatamente como foi escrito no meu diário de bordo e esse “capítulo” se passou em Botswana.


DIA 27/12/2011

Ficamos a manhã quase inteira procurando leopardos, mas ao invés de achá-los, achamos vários vales com empalas, zebras e um bicho que em inglês se chama wildbeast e em português não sei. Muitos outros bichos também mas principalmente esses.



A família inglesa do Camp foi embora hoje (pareciam caricaturas) e ao ver o aviãozinho que eles foram embora, o mesmo com o qual viemos, não tive dúvida: é isso que eu quero ser quando crescer.



Procurei pedras porque meu avô e minha amiga me pediram mas pelo menos até agora não tem pedras, só areia, terra e mato.

A quantidade de borboletas é inexplicável. Quando a gente passa com o carro pelo mato elas saem voando e formam uma nuvem! Em maioria são pequenas e brancas.

Meu pai está sem fumar desde o natal, e como ele fica chato em abstinência eu briguei com ele. Ele propôs que eu ficasse de bem com ele se ele me desse uma borboleta e eu aceitei, mas quando ele pegou, matou ela (esmagou) sem querer. Ficamos de bem mesmo assim.

Desistimos do leopardo e fomos em busca de girafas porque não tínhamos visto muitas e eu AMO girafas. Não achamos muitas a princípio, mas de repente achamos uma clareira com umas sete juntas, correndo, e quando chegamos perto pararam tipo pose pra foto.

Voltamos pro camp cantando Waka Waka da Shakira com o Titi e o Bate, que me ensinou a falar algumas coisas na língua nativa daqui:

KE A GO RATA (eu te amo)
DUMELANG (oi)
A GONA MATTHATA (sem problemas)
A GONA KUTOBUTUOKO (sem tristeza)

Ensinei algumas coisas em português pra eles também e enfim, foi demais… agora estamos em “rest time” e mais tarde sairemos para boat ride ou game drive de novo, não sei…

Descobri que a água daqui, pela grande quantidade de minerais, tem gosto e cheiro de sangue, o que é bem similar ao de ferrugem, e que todas as vezes que procurei um corte durante o banho, na verdade o cheiro vinha da água.

Ah, e aqui chamam a seleção brasileira de “the Samba Boys”, e o Bate sempre torce pra nós nas Copas do Mundo. Ele disse que quer muito conhecer o Brasil e mais tarde, quando ele buscar o iPod pra mostrar umas músicas daqui, também vai pegar o computador pra salvar nosso contato e nos vermos quando ele for pra lá. Eu achando que aqui todo mundo morria de fome e eles falando de iPod e computador…

Obs: Essa noite, quando eu achei que o barulho era um elefante, na verdade era um leão que rugiu a noite toda.

Obs2: Ontem comemos um tipo de jamburão daqui, só que menor, e acho que se chama waterberry… NÃO COMA NUNCA!


De tarde…



Depois do descanso fomos fazer o game drive; foi legal, vimos águias e tal e aí, do nada, um guepardo!!! Ficamos uns 20 minutos a no máximo 5 metros do cheetah. Ia começar uma tempestade, então fomos voltando. No caminho encontramos 2 leoas e 2 baby leões.




Eles brincavam entre eles e chegaram a 2 metros de nós, como se estivessem chamando pra brincar, e eu até pensei em descer do carro mas em 30 segundos a mãe viria e me rasgaria, então achei melhor não, mas ainda quero um pra mim!

A tempestade foi forte e quando chegamos no camp ficamos vendo as fotos que todos tiraram, e as dos holandeses (muito legais) foram as melhores. Tinha uma de um baby elefante jogando água com a tromba que deu inveja de não ter visto.


O astral daqui (Kwara camp) é tão bom que poderíamos ficar aqui pro resto da viagem; não sei se é o guia, o lugar, as pessoas ou tudo junto.

Era pra estarmos no Little Kwara mas deu algum problema nos planos e ficamos aqui - QUE ÓTIMO!

Amanhã de manhã vamos fazer um passeio em um tipo de uma canoa que se chama Mocoro, ás 5h30 da manhã.

Eu AMEI aqui e quero muito voltar!


Obs: Hoje vimos vários javalis iguais ao Pumba, talvez pra combinar com o Simba e a Nala que vimos brincando…

Obs2: Durante o jantar vi um tipo de rato passando pelo telhado e quase vomitei D:

Xoxo da África.


Quero saber o que acharam e o que esperam para os próximos capítulos.


Layla


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23/10/14

Doce ou travessuras?

Oi gente...
Como esse mês é o mês do Halloween eu decidi contar um pouco da minha experiência no ano passado.
Para quem não sabe, eu morava na Florida e meu Halloween foi na casa de uma das minhas melhores Alexandra(Lele ) e uma outra parte na casa de uma outra amiga, Gesi.
Foi muito engraçado e tipicamente americano. Particularmente amei! Usei duas fantasias.
No dia do Halloween eu fui para a casa da Lele junto com algumas amigas. Me fantasiei de pirata nesse primeiro dia.
Ficamos distribuindo doces e depois de um certo horário fomos pegar os nossos.
Voltamos com algumas sacolas e foi muito legal ir de casa em casa como nos filmes.
Todas as casas mega decoradas como se fosse uma competição(na verdade eu acho que era). Andamos kilometros, rimos e tomamos sustos a noite toda.
Confesso que em uma certa parte bateu um medo de alguns inquilinos que brincavam de abrir a porta dando sustos e saímos correndo apavoradas, mas quando chegamos em casa as risadas foram garantidas.
Os doces eram de super qualidade e isso até me surpreendeu.
Algumas fotos:








No dia seguinte, eu fui para Orlando que fica a alguns kilometros de onde eu morava.
O Halloween de Orlando, digamos que seja mais adulto. Não tem essa tradição de doces e etc(pelo menos onde eu fui.)
É algo com muitas festas em boates e milhares de pessoas nas ruas caracterizada de tudo o que você imaginar(algumas praticamente peladas. É sério!).
Me fantasiei de Minnie.






Resumindo: Foi uma experiência incrível! As minhas companhias ajudaram com certeza, minhas amigas são ilárias, mas creio que é impossível não amar esse feriado.
Adoraria que no Brasil tivéssemos esse costume pois seria praticamente um segundo carnaval(coisa que a gente ama né?!).
Enfim.. Bateu até uma saudade(coisa que acontece diariamente). São tantas histórias desse Halloween que não daria para contar detalhadamente aqui, mas se vocês se interessarem em saber mais, fale aqui nos comentários que eu posso postar algumas.

Beijos com muito amor
Larissa
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