16/09/15

Reencontros, despedidas e… elefantes (!!!)


˜ ainda sobre a Tailândia... se ainda não leu, dá uma olhada no primeiro, segundo, terceiro e quarto post antes desse aqui, que é o quinto e último! ˜
Na última noite com o grupo rolou um quiz Meninas X Meninos, com as perguntas mais engraçadas do mundo. A gente rolava no chão de rir! Em seguida, ganhamos certificados que “etiquetavam” cada um de acordo com o que o grupo decidir. Eu fui taxada de “life of the party” – tipo “a baladeira”, mas acho que nem é pra tanto, são eles que não acompanham nosso ritmo latino de curtir a vida, hahaha.
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Por último, fomos para a praia de noite, acender lamparinas. Admito que meus olhos se encheram de lágrimas. Todas aquelas pessoas reunidas para se despedir: gente com quem me diverti muito; gente com quem vivi momentos que vou lembrar eternamente; gente com quem talvez nunca me encontre de novo. Todas aquelas pessoas com suas lamparinas tendo que, supostamente, fazer pedidos, mas seguramente contentes em simplesmente agradecer. Foi lindo! Das poucas cenas que me emocionaram na vida – sim, sou do tipo coração-de-pedra.

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Dia seguinte acordamos cedo e, a cada hora, um ia indo embora, até que metade do grupo voltou para a primeira ilha no barco e logo na saída se dividiu em outras duas, para o aeroporto e para o hotel. Durante esse dia, com todos indo embora, pensei que logo seria minha vez, até que notei que estava confusa com as datas e que iria só no dia seguinte.

QUE FELICIDADE!

Acabei saindo para o último dia de balada, que começava sempre num bar na praia, ia para uma boate e terminava nos lugares mais estranhos possíveis; Nesse caso acabamos num pequeno hostel do outro lado da cidade com dois alemães que conheci em Bangkok no primeiro dia e, coincidentemente, encontrei na rua algumas horas antes. Isso porque quatro amigos que se esqueceram de bookar hotel para o último dia dividiram minha cama e eu decidi ir virada para o programa do dia seguinte: PASSEIO DE ELEFANTE!

No começo estava super empolgada, pois pesquisei bastante e fiquei sabendo que nesse lugar eles tratavam de elefantes que tinham sido maltratados e os cuidavam. Ainda assim, o carinha que “dirigia” o meu ia espetando um pauzinho na cabeça do animal para que andasse. Fiquei muito nervosa, até falei “moço, se ele não quer andar prefiro ficar parada do que obrigar e machucar ele”. Assim que comecei a fazer carinho, no entanto, o elefantinho, voltou a andar. Dá pra perceber que esses animais são mega sensitivos e gostam de receber carinho, não só gritos de turistas alucinados. 

Em seguida, o mesmo carinha tentou me vender um colar de marfim, o que me fez dar outra bronca nele. Depois disso ele não falou mais nada – ainda bem! Quando o cara me deixou andar sozinha foi melhor ainda. O elefante foi beber água e ficava passando a tromba na minha perna… a coisa mais fofa!

Apesar de ter amado o contato e a experiência com o animal, fico dividida: ainda que eles garantam que não maltratam os animais, fico sensibilizada com algumas formas de tratamento – mesmo com a garantia de que é tudo animal-friendly.

No resto do dia me despedi dos que restavam e de noite fui embora, como a penúltima integrante da turma de 28 pessoas que restava em Koh Samui.
 Elefantes

O voo de volta é cansativo, mas não anula a memória positiva dos momentos que vão ficar eternizados nas minhas lembranças. 

Muita gratidão pelas pessoas, pela sintonia, energia, lugar e situação em geral que tive a oportunidade de viver graças ao STB. Ka pun kha: obrigada!
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14/09/15

De ilha em ilha, de festa em festa


Já em São Paulo, já com saudades, já contando das minhas aventuras para todo mundo que encontro pela frente.

Dei uma olhada no meu post anterior, de quando ainda estava em Koh Samui e achei engraçado como alguns dias podem mudar tudo. Depois daquele dia me enturmei com outra galera com quem me encaixei como se fosse de vidas passadas… Duas australianas, Anna e Makenzie, que já quero visitar em breve!

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Bom, parei antes de Koh Tao, né?! Essa ilha é mundialmente conhecida pelo mergulho nas colônias de corais dali. Preciso falar mais alguma coisa?
 
SO-COR-RO! 

Passamos um dia no barco, parando de ponto em ponto para mergulhar e ver o mar, desde peixinhos delicadinhos até anêmonas roxas fosforescentes, com direito a pit-stop na única praia do planeta que conecta três ilhas! Com água cristalina, areia branquinha e uma trilha para ver a vista do alto – e nos deixar ainda mais de queixo caído. Sabe aquele dia delícia que seu cérebro simplesmente desconecta de tudo de negativo e vive o momento? Então.

Isso sem falar do hotel – joga no Google: “Charm Churee Villa”, é de ficar chocado! Ele é composto de bangalôs conectados uns nos outros por escadinhas de arquitetura bem diferente, com vários restaurantes dentro e vistas alucinantes – isso fora a praia particular, com direito a peixinhos nadando em volta (tipo, te tocando), pepinos-do-mar aos montes e plataformas no mar, de onde se assiste o pôr-do-sol mais lindo que já presenciei. Esse é um lugar que não posso morrer antes de voltar.

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Gosto muito dessa interação com a natureza que a ilha Koh Tao abrange, mas para quem é mais da balada, relax! Apesar de ter um toque de recolher à meia-noite, quando tudo tem de estar fechado, dois bares (WTF e Next) vão até mais tarde, além das festas fechadas. Os shows com bolas de fogo são muito comuns nos eventos noturnos. Nessa ilha interagíamos com eles: no meio da balada, uma vara pegando fogo, e as pessoas tentando passar por baixo, se envergando para trás, cada vez mais baixa… Imagina o perigo! Ainda assim, para os corajosos, é bem divertido!

Fui a outra festa legal por lá também. Ela se chama The Castle e tem várias edições do evento com diferentes propostas. Na que fui, você comprava um fone de ouvido e a música tocava individualmente para cada um. Meio estranho não conseguir conversar e mais estranho ainda tirar o fone e o ambiente estar naquele mega silêncio. Ainda assim, curti a experiência.
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Antes que eu me esqueça, fiz uma tatuagem durante minha estadia em Koh Tao. Uma técnica tailandesa típica de tatuagem com bambu, e o traço sai bem fininho. Um “pic pic pic” que dá medinho – como confessei no último post – mas que nem dói tanto. Escrevi “LUZ” em tailandês no dedo da aliança, só pra vocês terem uma ideia da vibe que eu estava, da energia que o lugar passa. Quis deixar registrado!

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Em seguida, com o mesmo catamarã  que usamos para ir e vir das outras ilhas, fomos para Koh Phanghan, ilha conhecida pelas festas da lua cheia que atraem turistas do mundo todo. Infelizmente, quando chegamos já tinha rolado há quase duas semanas, mas pegamos a festa da meia-lua.

Enquanto a da lua cheia é na praia, a da meia lua é na selva. Isso mesmo: na selva! E com aquelas de tintas néon! E, adivinha? Eles contrataram pintoras tailandesas para nos pintar antes da festa, então não eram bolinhas ao redor do olhos e sim flores, mandalas, linhas abstratas maravilhosas percorrendo todos os nossos rostos e corpos; uma das minhas partes favoritas.

Festa irada, mas sinceramente não acho que justifique a visita. Admito que, das três, foi a que menos impressionou, mas acho que penso assim porque não fiz o passeio das praias mais afastadas do hotel. Tinha várias opções e preferi conhecer a parte urbana e ir à praia (paradisíaca, por sinal) ali do lado. A surpresa foi a água, tão morna que parecia um banho de banheira – até agora não decidi se me agradou ou se foi estranho demais.

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O hotel era o menos confortável, mas ainda assim, era o mais aconchegante, se é que me entende. Com seu público alvo de mochileiros e jovens, o bar estava sempre aberto, a piscina em uso 24 horas no dia – pool party pós-balada todo dia – os funcionários de diversas nacionalidades, todos em seus 20 e poucos anos… o paraíso de quem é jovem e quer curtir!

Quem quisesse podia fazer caiaque, muay-thai, escalada e uma série de outras atividades. Eu optei por relaxar na praia, receber massagens (a Tailândia é famosa por suas massagens, com um preço super em conta) e curtir esse último dia com uns alemães que conheci no hotel. Mas isso é assunto para o próximo post, fique ligado!
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07/09/15

Thai Hopping: pessoas incríveis e dicas da Tailândia

Sobre as pessoas da Tailândia: que delícia!
Gostaria que todos os lugares que eu visitasse me recebessem desse jeito. Simpáticos e hospitaleiros, sempre fazendo brincadeiras, querendo dançar, curtir e viver bem, que no fim é o que importa!

Me “brifaram” que aqui tinha muito louco, que era um povo muito diferente. Tem algumas coisas que realmente chamam atenção tipo os lady boys. Explico: aqui, meninos com uns 14 anos escolhem qual sexo querem para si pelo resto da vida. Então, mesmo sendo biologicamente masculino, um garoto pode escolher “ser” mulher pro resto da vida. E se vestem, falam, têm uma rotina de uma mulher, sem o menor preconceito, meio que algo cultural, o que ;e incrível!!
 De qualquer forma, falando de modo geral, achei um povo muito parecido com os brasileiros. Meio que de boa, malandro-gente-fina, sempre de braços abertos.

As baladas em Bangkok são meio pesadas em comparação com o que estou acostumada. Não de intensidade, mas de atmosfera, se é que me entendem. Particularmente preferi pubs, bares ou ruas que de noite viram festa, como a famosíssima Khao Sam Road. Me senti no “Se Beber Não Case 2”. Lotado de gringos, óbvio, mas com um montão de locais e seus carrinhos de comida, bancas de tererês, tatuagens, massagens e afins. Loucura – do melhor tipo!

No fim do post incluí algumas dicas de lugares que você TEM que visitar! 
Mas enquanto isso vou contar da minha chegada à ilha Koh Samui onde encontrei o resto do grupo do meu programa, o Thai Island Hopper East STB by Contiki.

Já no avião, sentei na janelinha e cada vez que ia chegando perto, o mar ia ficando mais lindo, até que aterrissamos e uma van me esperava para me levar ao hotel. No caminho, notei a grande semelhança da vegetação em relação à nossa brasileira (mais parecida com a do nordeste), pelo clima similar.

Ao chegar, fui direcionada para um quarto que ainda estou dividindo com uma australiana – superfofa! Então teve uma reunião no saguão para já fecharmos todos os programas de custo extra que gostaríamos de fazer e também para conhecer a galera. É impressionante como rapidinho os grupos se formam e quem se assemelha se acerca. Em poucos dias já parece que os conheço há anos.

Sou a mais nova do grupo com 18 anos. A mais velha tem 31. Sou também a única que não tem o inglês como primeira língua. O grupo é composto por americanos, ingleses, sul-africanos, irlandeses e, principalmente, australianos e neozelandeses. Aliás, que grupo – viu, meninas?! Hehehe.

A ilha é linda, geologicamente falando, até para nós brasileiros que temos um padrão elevado de beleza natural. As festas são iradas também, com gente de todo o mundo em uma única rua, onde estão os hotéis e, consequentemente, as barraquinhas de bugiganga, pega-trouxa de turista.

É incrível que como a galera fica concentrada nessa área, você vira amigo de todo mundo que está na ilha e sempre encontra as pessoas nas baladas (fica pulando de uma para a outra já que são grudadas).
Os programas também são de deixar o nego sem chão, com o perdão da expressão. 
Fizemos um tour de Jeep para uma cachoeira chocante, visitamos as Pedras do Avô e da Avó (até agora não entendi direito o porquê desse nome, mas são atrações lindas da ilha); tivemos um almoço em um retiro afastado com comida tailandesa da mais verdadeira, visitamos o Jardim Mágico, que é cheio de esculturas que representam o paraíso da religião budista e todas as fases das vidas de Buda na terra; fomos para uma praia isolada da cidade, visitamos o Buda gigante no pico mais alto da ilha, entre outras coisas, que eu nunca nem ficaria sabendo ou teria acesso se viesse por conta própria.

Ninguém é obrigado a ficar com o grupo ou seguir o cronograma, mas mesmo quem segue ainda tem dias livres para fazer o que quiser. Eu usei para ir para a praia, fazer jet-ski, comprar lembrancinhas para a família e essas coisas de turista deslumbrada – até porque tudo aqui é absurdamente barato! Muita gente usou o tempo para andar de elefante, mas fiquei sabendo que tratam eles meio mal, e não quero ter parte nisso.

Quase fiz uma tattoo mas fiquei com medo de não ser muito seguro – ok, admito que o medo foi da dor mesmo mas abafa o caso…

Todo dia provo algo novo da culinária deles, nem que seja uma fruta. Aliás, tem uma que se chama durian que tem um cheiro de gás e é até proibido comer em hotéis ou lugares fechados porque dá a sensação de asfixia; mas por incrível que pareça o gosto é delicioso… é só tapar o nariz!

Vou continuar mostrando tudo no meu snapchat (laylafoz), mas sempre tentando resumir em posts como esse. Agora vou pegar um barco para a ilha Koh Tao e conforme tudo for acontecendo vou contando pra vocês.

Estou maravilhada e nem fui embora, mas já quero voltar. Para outras ilhas e certamente para Bangkok. Aliás, seguem as dicas que não podem ser esquecidas nessa metrópole:

– Aos fins de semana tem um mercado ao ar livre que se chama Chatuchak, ou Weekend Market, no qual acredito ter sido o período mais divertido da minha viagem. Tem, literalmente, DE TUDO! Até bandas tocando!

– As Feiras Flutuantes são feiras que acontecem nos canais em que os nativos vão de canoa fazer suas compras (nós vamos de barquinho, para turistar por ali).

– A China Town deles também é bem interessante: por ser bem perto do país de origem as comidas são bem originais. Não pode perder.

– Todos os templos valem a pena, mas alguns são imprescindíveis. Wat Pho, Wat Saket, Wat Phrakaew e Temple of Dawn (que não lembro o nome tailandês). Ps.: “wat” significa templo.

– O Grand Palace é bem diferente do que conhecemos e vale mega a pena também.

– Para a vista linda da cidade o Sky Bar é irado, mas minha dica é o Sirocco.

– E uma dica final para a viagem toda: se eles falarem que tal coisa custa 100, ofereça 20 e leve por uns 35.
Nos vemos na minha próxima passada por aqui.

Sawa dee – “tchau” em tailandês!!!

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04/09/15

Arquitetura e religião: as belezas tailandesas

Como comentei no outro dia, nesse post falaremos de arquitetura e cultura da Tailândia. Nem preciso dizer que é tudo bem diferente do que estamos acostumados, não?!
Estive em Bangkok e nos arredores da cidade, nos subúrbios, as casas de palafita chamam bastante atenção. Apesar do calor absurdo, tem uma época do ano (agora, aliás) em que o fenômeno das monções ocorre. É meio que a época de chuva deles e chove todo dia, normalmente no fim de tarde.
e6ce24e595ce8e1b9731566a21e0e686As típicas construções asiáticas que achamos que estarão em todos os cantos, como nos filmes, não são exatamente tão frequentes, aparecendo mais em templos, santuários e afins.
Os templos são de tirar o fôlego de qualquer um. Tão minuciosamente calculados que assusta! Arquitetos devem pirar quando visitam esses lados. Os detalhes super complexos, as proporções, as pinturas, esculturas, a jardinagem, tudinho. São ambientes que dão um choque completo, em qualquer área que você imaginar. Inclusive religião.

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Me disseram (não confirmei em nenhuma fonte de pesquisa) que 93% do país é budista, 2% muçulmano e o resto cristão, ateu ou de outras religiões. Portanto a cultura budista é bem presente na nossa rotina enquanto estamos aqui.
Por aqui, nós, que somos pessoas normais, teríamos cinco regras a seguir: não roubar, não matar, não trair, não mentir e não usar drogas – o que inclui álcool. Já os monges, aqueles vestidos em panos cor de laranja e de cabeça raspada, têm mais de 200 regras. Até o jeito de andar. Já imaginou? Até por isso, são muito respeitados, têm assentos preferenciais em transportes públicos e tal. Interessante também que para cumprimentar alguém você leva as palmas juntas em frente ao peito e se curva um pouco. Quanto mais elevá-las mais respeito; para eles se eleva as mãos até a testa. 

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Os budistas se ajoelham para rezar porque não podem apontar os pés para Buda, já que consideram a parte menos respeitosa do corpo. Até por isso, para entrar em templos e visitar as imagens sensacionais dessa religião é preciso tirar os sapatos, estar com os ombros cobertos e roupas abaixo do joelho. Um protocolo necessário, mas que vale a pena, pode acreditar.
É lindo!! Estou agora indo para as ilhas mais ao sul do país e conto tudo no próximo post, ok?
Beijinhos
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02/09/15

Explorando Bangkok: carros, motos e… tuktuks!

Estou viajando há quase uma semana e, ao mesmo tempo que passou num piscar de olhos, parece que faz um ano de tanta coisa nova que aprendi, tanta coisa nova que conheci. 
Comecei por Bangkok, lugar onde fiz questão de pegar muitas dicas, mas sem ver nenhuma foto para comparar minha expectativa com a realidade. Resultado: me surpreendi – e muito! Diferente do que eu tinha imaginado, bem melhor, inclusive. 
b5cba2c26773dd2f80c36d7be0b177a7A cidade é moderna ao extremo em certas coisas, como o transporte público, e precária na mesma proporção em outras, como a organização do trânsito. 
Falando em trânsito, QUANTA MOTO! Elas devem compor mais da metade dos veículos da cidade e qualquer turista pode alugar, nem precisa ter carteira de motorista (medo!). Além delas, o que nos deixa ainda mais confuso é a raridade de faixas de pedestres e a direção deles, que dirigem do lado oposto ao nosso. 
Para completar (e ficarmos mais perdidos), os táxis – que são rosa, aliás – dividem o mercado com os tuktuks, uma espécie de moto com cabine aberta atrás. Você imagina que eles só andem em praças e afins, né?! Não, realmente pegam a rodovia em alta velocidade e como é todo aberto você MORRE de medo, mas é aquela adrenalina boa de coisa nova. Fora que dá pra ver tudo que rola nas calçadas de perto, né?!

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Bem lembrado: as calçadas! Sempre lotadas de barraquinhas de bugigangas, 1/20 do preço que pagamos pelas mesmas no Brasil; de comidas, das mais estranhas às mais normais (tem crepe de Nutella com banana, mas também escorpiões no palito, pé de galinha, lulas desidratadas e afins – tudo com MUITA pimenta); e muitos estabelecimentos de massagens e essas coisas, meio que SPAs (uns quatro por quarteirão, no mínimo).

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Então ficou claro que só de andar nas ruas você já vê uma tonelada de novidades né?!
Imagine só comparar a arquitetura e a cultura com a nossa? Pois é exatamente o que falarei em meu próximo post por aqui. Até lá!
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