02/05/15

Um belo horizonte a ser apreciado.

Uai; já havia pisado em território mineiro antes mas o clima não estava muito favorável para visitas então fui obrigada a voltar. Poucos dias, muita diversão!

Temos o costume de ir atrás de praia para viagens curtas mas vou lhes dizer que Belo Horizonte é uma ótima(!!!) opção.

Fiquei no bairro Belvedere, meio afastado (principalmente do aeroporto de Confins, onde cheguei, e aliás super aconselho a optarem pelo aeroporto da Pampulha, mais perto apesar de não passar em frente a Cidade Administrativa, um dos últimos projetos do ilustre Oscar Niemeyer), mas não deixei de visitar os lugares mais hypados.

Praça da Liberdade
Cada dia saí com uma pessoa, acho que isso me fez ver a cidade de diferentes pontos de vista, mas desde as voltas pela rota cultural de museus e edifícios políticos da Praça da Liberdade, bem frequentada e de astral leve, até a balada conhecida como a melhor da cidade, Chalézinho, e eu sendo da capital brasileira de casas noturnas, São Paulo, posso dizer que testei e aprovei... Amei! (Fui num domingo).

Praça do Papa
A parte clichê da Praça do Papa, na região residencial Mangabeiras, não ficou para trás, não. Já estive em muitas praças que compõe cidades do mundo todo e afirmo sem a menor relutância que é uma área absolutamente de primeiro mundo, super cuidada, que passa segurança e de onde se vê a cidade esparramada nos morros de um ponto bem alto, só não tão alto quanto o alí do lado, Mirante das Mangabeiras... QUE ABSURDO! Não sou muito de cidades e não vejo nada de mais em mirantes mas essa vista é chocante! Tão chocante quanto a naturalidade de todos explicando onde fica cada bairro, onde começa um ou termina outro, e detalhes do tipo que se me perguntarem referentes a minha cidade não vou fazer a mínima ideia de o que responder.

Mirante Mangabeiras
Provavelmente a situação mais engraçada foi na Rua do Amendoim. Não sabe que rua é essa, né? Eu também não sabia (o que todo mundo achou um absurdo), até estar em plena descida, ao lado da Praça do Papa e o carro, em ponto morto, andar para trás. QUEEEEE? 

É!

Eu fiquei pasma, confusa. Dizem que a reação mais comum é uma crise de riso. Tem uma explicação científica para o fenômeno mas não entendi nada, pra falar a verdade (física nunca foi meu forte).

Em suma, essa área me fez entender bem o nome "Belo Horizonte", hei de concordar que a vista é linda e nem imagino quão melhor poderia ficar de cima da Serra do Curral, mas não acredito que tenho preparo físico pra escalar tudo.

Aliás, um agradecimento especial à Sofia Andrade (dona de um blog de viagens suuuper legal: www.viajandonomapa.com ) por me levar para conhecer essa região, e também a famosíssima Savassi, bairro de bares, galera e cultura moderna. Super divertido e bom astral, mega ótima opção para escolher um de seus barzinhos e fazer aquele esquentinha, ainda mais agora no inverno.

Diz-se que todos os melhores restaurantes da cidade estão concentrados em um bairro, Lourdes, e não vou lembrar o nome de cada um dos que eu fui mas comi muito bem em todos, principalmente no Taste Vin... E quanto à isso, um imenso "obrigada" ao Breno Gontijo por ter me apresentado cada um deles, e como sempre ser um anfitrião mais que agradável.

Sem perder o fio da meada, o bairro me causou uma sensação diferente, me senti como numa cidade de interior (pela calmaria na rua, talvez justificada como sendo dias de semana os que fui, e tranquilidade das pessoas, além da simpatia absolutamente natural, não profissional como na capital Paulista), mas grande. 

Fiz um encontro com a galera que me acompanha em redes sociais em um Shopping (da primeira vez no BH Shopping e da segunda no Diamond Mall), e batendo um papo concluí que todas concordam que todo mundo se conhece, que quando eram menores brincavam na rua e dizem que a cidade é "um ovo"... Pois é, como eu disse, remete a interior, mas aí você repara na dimensão e ritmo de tudo e percebe que é uma capital, e não das pequenas. Confuso!

Na cidade de Brumadinho, super mega ultra perto de BH, está o museu de arte contemporânea ao ar livre, Inhotim. QUE LINDO!

Inhotim
Achei um exemplo de civilização para o nosso país, um poço de cultura da arte e um arranjo da natureza simplesmente de tirar o fôlego, meio que como o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Esse é um passeio necessário!

Inhotim
Por ser meio longe, para quem não quiser alugar carro e não quiser pagar uma fortuna de taxi eu aconselho fretar um motorista (a empresa Buzcar é hiper competente, me buscou e levou no aeroporto nas duas viagens - qualidade e simpatia, o útil e o agradável- o número é 031 99326832) para passar o dia lá. Dá para se hospedar na cidade de Brumadinho mas conheço muita gente que foi e achou bem precário.


No dia que eu fui não passei muito tempo, também não quis abusar do meu amigo que tirou o dia para me levar para conhecer, aliás, "obrigada" ao Renan Guedes também!

Bom, resumo: não fui em tudo mas gostei de tudo onde fui. Sem reclamações e inclusive muita gratidão pela recepção e pela comida, também famosa por ser fora do padrão (para aqueles viciados na relíquia da culinária mineira, o pão de queijo, sugiro a versão gourmet da Pão de  Queijaria, que fica na Savassi). Que trêm bom!

Boa viagem, sô!



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22/04/15

Viagem à África - parte 5

Última parte da saga da minha viagem para a África. para ler os anteriores:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Parte 5:

5/5/2012

Hoje, 5 meses depois dessa experiência única, eu meu pai e meu irmão resolvemos parar e ler o diário de bordo. Vimos que faltavam umas partes dos últimos 3 dias, que eu não escrevi nada pois estava atracada em um livro muito bom.

Essas minas de ouro na verdade eram um parque de diversões onde uma das atrações (aliás paga a parte) era descer para visitar uma mina de ouro desativada. Fedia, era úmido e estava lotado: odiei! Em compensação curtimos o parque.

Já meu pai foi para o cassino logo na frente do parque enquanto eu e meu irmão nos divertíamos (inclusive com um brasileiro de Minas Gerais que conhecemos na fila de uma montanha russa).

Saindo de lá descobrimos que só fomos na metade do parque porque não conseguimos chegar do outro lado, de tão grande. Então fomos de encontro ao meu pai no cassino, todo empolgado, ganhando. Ele conheceu uma senhora super simpática mas que, tadinha, só perdia! Ele encanou que ela o trazia sorte e quando chegamos ele não queria ir embora e nem deixar que ela fosse, só gritava de longe para nós dois que menores de idade não podíamos entrar na área de jogo para pedir que disséssemos em que número ele devia apostar.

De noite, fomos a um Mall onde jantaram uma comida enquanto eu dormia na mesa, brava (pra variar), fingindo não estar com vontade de comer a lula grelhada que chegou. De lá fomos dormir e só.

Dia seguinte passamos o dia pela cidade, fizemos compras e almoçamos em um restaurante tailandês onde o viado do garçom das Ilhas Maurícios teve tempo de falar muuuito, menos de avisar que a salada que eu pedi tinha um pouco de abacate mas a maioria do molho verde era wasabi, e eu, pensando o contrário, quase morri ao levar uma colher de raiz forte a boca em pleno restaurante. Imagina o barraco de eu com a garganta em chamas num restaurante chique.

Esse mesmo garçom nos indicou um restaurante chamado Carnival no Mandella Square (um mini shopping) para que provássemos carne de kudú - aquele veado colorido e chifrudo, lindo, que só tem na África. Mais uma vez, esse garçom só podia estar de sacanagem! ODIEI A CARNE! Mais forte do que carnes de caça como Javali e quase crua... E olha que além de pimenta eu costumo comer tudo sem nem fazer cara feia, principalmente de outra cultura.

Ah, e meu pai encanou que os shoppings fediam e andava quase rastejando pelas paredes.

Na próxima manhã, acordamos e fomos direto para o Lions' Park. Já descendo do carro vi uma pedra e lembrei do meu avô, que sempre pedia uma pedra de qualquer lugar onde eu viajasse (não deu tempo de eu entregar para ele mas foi enterrado com ela).

Bom, esse era um lugar com alguns suricatos, hienas, wild dogs, e muitos leões em cativeiro (brancos, normais, albinos, adultos, filhotes, doentes, de tudo...). Tinha também um pasto com zebras, girafas, impa las, avestruzes e tudo mais. A princípio nem ligamos para essa parte pois já estávamos habituados mas depois fique encantada ao alimentar as girafas com castanhas, que enrolavam nossas mãos em suas línguas gosmentas, diferente dos avestruzes que bicavam forte e machucava.

O que meu pai gostou mesmo foi dos suricatos, que mesmo já tendo morado na África ele nunca tinha visto.

Demais foi acariciar os baby leões. Tiramos muitas fotos mas ao chegar no Brasil fomos assaltados e perdemos tudo das máquinas. Meu pai por acaso tinha fotos no celular com os filhotes de leão pois no dia a máquina descarregou, e essas foram as únicas que sobraram, além da do bungee jump que comprei em um CD (todo o resto a galera que conhecemos nos camps nos enviou por email).


No Lions' Park mesmo, conhecemos brasileiras fazendo trabalho voluntário e com certeza quero fazer também. O esquema é mega legal!

Saímos de lá, arrumamos as coisas, fomos para o aeroporto, onde encontramos uns ingleses (um muito gato que pulou de bungee jump no mesmo dia que eu e parecia o Zac Efron - aliás ele que me reconheceu e fiquei toda empolgada e meu pai enciumado).

Depois disso voltamos pra casa cheios de histórias para contar!

Espero que tenham gostado,

Até a próxima...



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17/04/15

Viagem à África - parte 4

Demorei a voltar com o tema mas aqui estou com a continuação das minhas aventuras no continente africano. Se ainda não leu os capítulos anteriores aqui estão:

Parte 1
Parte 2
Parte 3

Parte 4:

2/1/2012

Bom, já faz um tempinho que não escrevo mas enfim, o último dia do ano foi demais! Vimos uma hiena nos últimos minutos até o camp, um lagarto gigantesco perseguindo o guia que levantou o tronco em que ele se deitava, um mega crocodilo daqueles de filme na água, um sapo boi (eca!!), um coelho com cauda grande que pulava igual canguru e aqui se chama "hair sei lá o que", um hipopótamo fora d'água (ainda maiores do que parecem ser na água... e descobri que são meio cegos então se caso um dia for perseguido por um hipopótamo, o animal com maior índice de mortes na África, é só correr em zigzag ; me agradeça pela dica porque há muitas chances de isso acontecer... ou não), baby hipos, baby girafas, baby elefantes e etc... mas foi mais um dia de busca ao leopardo em vão


Passamos o último pôr do sol de 2012 em uma lagoa cheia de hipopotamos, vendo guinus correrem e na volta pro camp ouviamos barulho alto de bolhas sendo estouradas, parecia ser produzido por algum aparelho eletrônico ou então uma droga alucinógena. Na verdade eram os sapos, querendo me proporcionar um test drive de LSD ou chá de cogumelo.



Mais tarde, depois do jantar, ficamos em volta de uma fogueira (só tinha a gente e uma família de franceses, casal com 2 crianças, que tinham acabado de chegar no camp). Os funcionários (que viraram amigos) cantando e dançando músicas da cultura deles; batiam os pés, cantavam em harmonia e tons graves, com colares étnicos de suas tribos... foi muito bonito e uma bela experiência cultural. Essa foi nossa celebração de Ano Novo, apesar de que às 00h em ponto eu já estava no vigésimo sonho.


Então o dia 1 chegou... foi legal, vimos de novo o lagarto e tudo mais, pegamos o e-mail de todo mundo, inclusive dos franceses que foram super legais, e lá pelas 14h fomos ao mini aeroporto improvisado para o camp, pegamos um monomotor até outro aeroporto de Botsuana, foi incrível porque mesmo esse segundo sendo um aeroporto relativamente grande, de uma cidade e tal, não houve revista, raio-x nem nada. O tráfico nunca foi tão fácil de ser posto em prática.

Um cara estava nos esperando e nos levou até um barquinho, logo depois de passarmos na imigração, onde não pediram nada de visto nem nada. Apenas o passaporte. Carimbaram e tchau.

Nesse barquinho fizemos a travessia de Botsuana para a Zambia pelo rio Zambeze, onde a fronteira de 4 países de encontram (Botsuana, Zâmbia, Namíbia e Zimbabue). Do lado onde desembarcamos a pobreza era indescritível. Um cara foi pegarmos no barco e foi com meu pai para a imigração do país, eu e meu irmão esperamos no carro (para um parâmetro da várzea, meu pai apresentou nossos passaportes mas o oficial nem nos viu) e o que presenciamos foi TRISTE! Cenas chocantes da miséria me fizeram repensar o quão privilegiada eu sou, mas então viemos para o Stanley Safari Lodge.



























O quarto aberto, tudo lindo e luxuoso, mas os mosquitos não perdoam; sorte que tomei um monte de vacinas antes de vir, do contrário já ia ter medo de pegar alguma doença. Aliás, será que tomei da malária? Tem vacina da malária? Vish!

Tem uma mini piscina dentro do nosso quarto e não quero mais sair dalí.

Acordamos hoje e fomos para Victoria Falls; é impressionante, gigante! Passamos por pontes estreitas e velhas que percorriam os longos quilômentros de cachoeiras que espirravam água formando arco-írises constantes. Fomos ao topo das cachoeiras, um lugar que acho que se chama Piscina do Diabo, onde crateras nas pedras formavam piscinas naturais e nativos se banhavam, há poucos metros das quedas de água das maiores do mundo. Só de chegar perto já me deu um frio na barriga e não molhei mais que meu calcanhar.

Tiramos muitas fotos e na volta encontramos os holandeses do Kwara.

Almoçamos e mais tarde fomos para um boat cruise do pôr do sol achando que seria algo privado como o resto das atividades anteriores. Que nada! Era um mini navio com um zilhão de pessoas onde conhecemos uns colombianos, que tenho certeza que eram mafiosos, e que estavam hospedados no nosso hotel.

Foi péssimo (odeio programas tipo excursão), mas valeu a pena porque vimos um crocodilo de 3 metros de comprimento.



3/1/2012

Hoje foi DEMAIIIIIS! Juro, foi alucinante! Acordamos super cedo e fomos de novo para Victoria Falls, a diferença é que hoje eu pulei de Bungee Jump da ponte que liga Zâmbia e Zimbabue! Irado!!!

Juro, uma sensação única; eu estava super nervosa, quando começou a contagem regressiva acalmei mas no "zero" não consegui pular, ele me empurrou. Eu achei que ia desmaiar por uns 3 segundos, mas quando já estava em queda percebi o que estava acontecendo e me entreguei, comecei a gritar, me senti voando, foi inexplicável... esperei pelo tranco, ele veio e foi aí que senti meu pé escorregando de treco (toalhas amarradas presas à corda), fiz força para que não escapasse mas já estava completamente em pânico, de ponta cabeça, sentindo o sangue descer e esperando que meu nariz começasse a sangrar pra eu me afogar e morrer ali mesmo.

Olhei pro lado e vi um cara (o que me puxaria pra cima), comecei a tentar explicar desesperada que precisava que ele me segurasse, precisava de um apoio pois estava escorregando, em completo estado de pânico, enquanto ele me olhava tranquilo sorrindo tipo "relaxa, tá tudo ok". E eu "moço eu tô caindo e em baixo de mim tem uma falésia de 120 metros e um rio cheio de pedras e crocodilos, socorro!"... de novo ele na calma "fica tranquila, tá tudo certo". É obvio que surtei, mas aí ele me pescou e logo subi por uma ponte, tonta mas subi. O fim foi tenso mas valeu a pena, foi a melhor experiência da minha vida, na boa!


Pulei super cedo e depois fomos para uma tribo (uma das minhas partes favoritas da viagem até agora) onde conhecemos as casas, conversamos com as crianças absurdamente magras, com barriga de verme e desesperadas por um gole da água que eu cheguei bebendo. Vi como vivem "empuleirados", dividem um quarto de parede de barro sem nem cama em 8 garotas, que descascam o amendoim da plantação que a maioria tem em frente a suas próprias casas enquanto os homens fazem artesanatos para vender aos turistas e as mães vão buscar água no único poço por ali, a quilômetros de onde vivem, trazendo os galões cheios em suas cabeças enroladas em panos coloridos.

Me surpreendi com tudo isso e acho que me mudou um pouco... ver como sou privilegiada em absolutamente todos os fatores da vida. Tive uma tarde incrível com os moradores de lá e confesso que me bateu a síndrome de Angelina Jolie e comecei a ficar revoltada pensando no que eu poderia fazer para mudar aquilo, pensando em como eu convenceria meu pai a adotar uns 3. Percebi então que eles são felizes, mesmo com tudo isso que é inimaginável para mim (e provavelmente pra você).

Os óculos me ajudaram a esconder as lágrimas em vários momentos mas as últimas que derramei por lá foram de admiração (por eles), gratidão (pelas condições em que nasci) e felicidade (pela oportunidade de conhecer pessoas tão puras).

Agora estou no aeroporto da Zambia com os americanos de Conecticut que conhecemos no Lebala e por acaso também os encontramos no Bungee Jump (alias ver que o mais velho, mais gordinho, saiu vivo foi a única coisa que convenceu meu pai a me deixar pular enquanto ele chorava de medo por mim - sim, meu pai tem medo de altura). Estamos a caminho de Johannesburg, África do Sul, onde ficaremos 2 dias.


4/1/2012

Ontem, depois de chegarmos em Joburg (como nativos se referem à cidade), tomamos um assalto na casa de câmbio e fomos pegar o carro na empresa de aluguel. Para começar o carro era péssimo; o alarme começou a tocar do nada e meu pai para desligar entrou do lado errado do carro (aqui eles dirigem a direita) e não achou o lugar para colocar a chave, óbvio. Ele acionava o limpa pararias ao invés de seta... Nossa! Foi um rolo só. E quando a rodovia se dividiu em 2 caminhos ele não sabia se ia para a direita ou a esquerda e foi reto, quase levou 4 postes daqueles de dividir faixas de trânsito.

Chegamos no Bed&Breakfast e é uma casa! Tem duas velhinhas administrando (uma parece um suricato), que são muito legais. E surpreendendo qualquer expectativa, o quarto é ótimo!

Meu irmão passou mal de noite (ou só encenou) e tivemos que ir com ele até um shopping; ele fez o teste de malária na farmácia e deu negativo, então jantamos numa steakhouse cafonassa...

Hoje tomamos café (muito bom, só não entendo como conseguem comer bacon de manhã) e estamos saindo para as minas de ouro.




Gostaram? No próximo e último capítulo conto mais sobre meus dias na África do Sul :) 0

11/04/15

5 pessoas que merecem ser seguidas no Instagram

Confesso que não sou fã de seguir muita gente em redes sociais, muito menos quem eu não conheço (no twitter sigo apenas 1 pessoa); não por arrogância nem nada, simplesmente me falta curiosidade sobre a vida dos outros, a minha já é complicada o bastante...

No Instagram sigo meus amigos - fazem parte da minha rotina -, fã clubes dedicados a mim - não dá pra ignorar tamanho carinho, que por sinal é recíproco -, minha família - sempre tem aquela tia que nem sabe mexer mas pede para ser "adicionada"-, algumas marcas - porque sim - e algumas pessoas/páginas que não conheço mas simplesmente não consigo não seguir. É sobre essas últimas que vim falar nesse post.

Gente que posta coisa produtiva, bonita, que emana boas energias, inspira, motiva... POR QUE NÃO SEGUÍ-LAS?

Aqui portanto vou listar os 5 perfis que mais gosto de seguir e do que se tratam.

1- Em primeiro o modelo havaiano Jay Alvarrez ( @jayalvarrez ). Não basta ser lindo a ponto de fazer bem pra alma, ele tem fotos lindas de lugares que eu espero um dia poder visitar - em maioria na praia - em diversos lugares do mundo; ele compartilha um estilo de vida que sinceramente eu gostaria de ter pra mim, com videos de esportes radicais que ele pratica, do seu dia-a-dia nada banal e seus momentos com a namorada, a modelo linda maravilhosa deusa musa Alexis Ren ( @alexisreneg ) que eu não aconselho ninguém (nenhuma mulher) a seguir se não quiser entrar em depressão.


 


2- Falando em beleza, sigo a Jenah Yamamoto ( @gypsyone ) que é de dar depressão também mas já me rendi. É o tipo de pessoa que se eu não seguir vou fuçar periodicamente porque amo o estilo, então já dou o ibope mais que merecido a ela, que também viaja o mundo com fotos incríveis, cheias de estilo e mais femininas (então tem aquelas fotos de comidas lindas, de praias mais lindas ainda, do monte de tatuagens que não deixam de ser delicadas no corpinho magro, de biquinis e sapatos que a gente faz de tudo pra ter no armário e das suas sardinhas que cobrem o rosto e dificultam a vida dos haters).




3- A terceira da lista é linda também, tem estilo também mas eu não a seguiria só por isso... o que me encanta mesmo é o estilo de foto, em maioria debaixo d'água. A Sacha Kalis ( @_bahamasgirl_ ) tem fotos de uma vida de férias eternas nas praias do caribe, com estrelas do mar, arraias, tubarões, vestidos e cabelos esvoaçados nas profundezas cristalinas... Do tipo que você começa a stalkear e só para quando a internet falha ou chega na última foto no perfil. Em uma palavra: FASCINANTE!



4- Agora uma página, que super vicia por sinal... é @triptaminaworld , um perfil de arte. Arte tipo desenhos, imagens que passam mensagens mais profundas do que parecem. Adoro ver, tentar entender, comparar com minha opinião, refletir sobre a atualidade... tudo isso por meio de uma única imagem. Esse sim, não tem como se arrepender de seguir! Não sei quem é o dono do perfil mas está de parabéns!!!


5- Por último mas não com menos relevância, mesmo não tendo tantos seguidores quanto os outros é um amigo meu que sigo por ser amigo mas se não conhecesse seguiria mesmo assim. (Nem comentem em fotos que viram aqui pra não parecer que estou puxando o saco, haha). Surfista, skatista que agora está viajando o mundo ainda mais do que já viajava. O Bernardo Eldridge ( @beueldridge ) me deixa com vontade de entrar em um avião a cada foto que ele posta. Na mesma pegada de lifestyle de alguns já citados a cima mas menos "modelinho" e mais "contexto espacial". O perfil dele é simplesmente irado!!!


E esses são meus perfis favoritos do Instagram... Se você curtir talvez queira dar uma olhada em outros tipo @alanapacelli , @thisiscostarica , @lovel_vintage , @rocky_barnes , @swellmayde , @westaywild e @mimielashiry .

Beijocas, e divirtam-se stalkeando todos da lista... Ah, e caso não saibam, todos os meus perfis são @laylafoz :)












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09/04/15

Blind Make-up


Hoje em dia a coisa mais comum do Youtube são as TAGs que a galera faz, e junto com minha amiga Nicole Duarte juntei algumas das mais famosas do momento em um vídeo em que uma maquiou a outra de olhos fechados, em 5 passos com apenas 10 segundos para a execução de cada um. 

Demos boas risadas e é uma super dica para aquela noite com as amigas em que se procura diversão.

Aqui vai o vídeo, espero que gostem e quero saber o que acharam depois... Ahh, e super aceito sugestões para próximos.




Beijos, Lay


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