21/05/15

Chazinho emagrecedor milagroso?

Morei nos EUA por um ano, o que já tem como consequência um ganho de peso naturalmente pela mudança de hábitos e tal, mas junto a um problema no meu joelho foi uma catástrofe que me fez engordar 7kg em 5 meses. Isso mesmo!

Graças a dietas, consegui perder essa bagagem extra por lá mesmo, e ainda um pouquinho mais.

Como eu já contei nesse post aqui, o chá que virou mundialmente famoso, Boo Tea, me ajudou, e demais!

Você não está entendendo como um chá faz a pessoa emagrecer, né?

Roubando minhas próprias palavras do outro post, o Boo Tea é um chá de ervas naturais que meio que desintoxica seu corpo, mais especificamente, seu sistema digestivo

Então o que ele faz é te ajudar a perder peso e inchaço impedindo a retenção de fluidos e “limpando” tudo que é toxina, ou melhor, ajudando a eliminar tudo que esta parado dentro do nosso corpo e que na verdade não precisamos. Ai, sem esse “extra” no nosso sistema, nosso corpo começa a usar o que tem sobrando pra nos dar energia, essa sobra mais conhecida como: gordura maldita que nos impede de vestir o que nos da na telha.

Quem está me acompanhando por outras redes sociais já deve estar sabendo que venho tentando melhorar meu corpo através de dietas saudáveis (que aliás compartilho no Snapchat e no PumpUp, em ambos estou como "laylafoz"), e tem dado super certo sem muito esforço, com algumas coisinhas básicas tipo trocar o pão de manhã por banana com aveia, e por aí vai...

O chá tem pacotes de 14 dias e de 28 dias, sendo um saquinho de chá pela manhã todos os dias do tratamento e um a cada dois dias de noite. O bom é que já vem embaladinho, pronto para ser colocado em água quente e beber, sem segredo!

O gosto é bom (eu gosto) mas sei que o maior medo não é nem o gosto ser desagradável, e sim se tem que fazer alguma dieta junto. Não necessariamente! No site deles (www.bootea.com) eles explicam tudo, inclusive oferecem uma dieta (acesse clicando aqui) que ajuda a aumentar os efeitos do chá, ou seja, se não quiser fazer ainda vai ter resultado, só que menor.

Uma coisa é fato: comer carne ou frango influi no resultado. Como eu já disse, não deixa de dar certo, tanto é que eu não paro de comer isso nos dias em que tomo o chá, mas algumas das impurezas que o Boo Tea vai ajudar a eliminar estão aí presentes então é melhor facilitar o processo, né?

Ah, fazer esporte é ótimo para a saúde e tudo mais, mas não precisa haver a prática para resultados do chá também, tanto que da primeira vez eu estava de cama sem poder andar e deu certo.

Quando você para de tomar não volta como estava antes mas de tempos em tempos gosto de tomar o de 14 dias para dar aquela desinchada. O preço assusta mas vale a pena, perco em média uns 3kg cada vez que tomo!

Já faz tempo que peço para me trazerem o Boo Tea de fora ou então compro quando viajo, eles infelizmente pararam de enviar para o Brasil por problemas com entregas. Para a minha felicidade e sendo o motivo de todo esse post, o site www.makeupdelivery.com.br agora vende!

Estão trabalhando com pré-venda por esses links:

DE 14 DIAS: http://makeupdelivery.iluria.com/pd-1c45ef-pre-venda-cha-bootea-emagrecedor-14-dias.html?ct=&p=1&s=1

DE 28 DIAS: http://makeupdelivery.iluria.com/pd-1d93fb-pre-venda-cha-bootea-emagrecedor-28-dias.html?ct=&p=1&s=1

Eu super mega ultra indico, aliás já garanti o meu, que estou tomando e o próximo também, para daqui 15 dias eu tomar de novo. Finalmente vou dar aquela desinchada que a academia não resolve!

Estou suuuuper feliz que agora a gente tem isso acessível de novo. Qualquer dúvida é só comentar, e eu vou dividindo mais dicas do tipo por aqui (vou postar minha dieta que me fez perder todas as minhas calças 36 e passar a usar 34, com a ajuda do Boo Tea).

Partiu emagrecerrrrrrr!!!!







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20/05/15

Foz do Iguaçu

Para começar já me senti a prefeita da cidade, né? Por onde olhava via meu nome ("Foz"). E para continuar, de todas as viagens da minha vida foi a que mais me surpreendeu. E eu já viajei bastante, viu?

Não que tenha sido a melhor mas eu esperava algo "ok", com cachoeiras e fronteira com o Paraguai (e não sou muito consumista então esse segundo fato não me atraiu muito), então minha viagem foi de apenas 3 dias.

Ok? Queria eu que tudo que fosse "ok" fosse como Foz do Iguaçu!

No primeiro dia cheguei cansada querendo descansar mas ao ouvir as metralhadas de sugestões de lugares para ir eu cheguei a conclusão de que viagem de 3 dias não permite "descansar".

Larguei as coisas no hotel e fui direto para a Argentina, onde me sugeriram passear por Puerto Iguazu, a cidade do lado de lá que dizem ser cheia de vinhos, queijos e feiras... Pena que eu não contava com isso e não levei autorização autentificada no cartório dos meus pais, e a mocinha mais grossa que já vi na vida mandou eu dar meia volta na imigração por ser menor desacompanhada. Nesse ponto já é território argentino, que começa na ponte Tancredo Neves, metade de cada cor para simbolizar cada país, então digamos que mais uma vez, coloquei meus pézinhos na Argentina.

Aproveitei para um pitstop no Duty Free de lá, um mega ultra shopping que teoricamente tem coisas baratas livres de taxa, mas com a alta do dólar, nem tão baratas.

Cada ambiente é temático de uma cidade do mundo, é bem lindo por dentro.

De noite, sem ter muito o que fazer, eu e minha avó (minha parceira nessa viagem) fomos para um shopping (JL), e chegamos à conclusão de que a globalização está acabando com a graça de muitas coisas... Onde quer que você vá, as mesmas lojas, as mesmas marcas. Tudo tão igual a São Paulo, minha cidade, que nem quisemos ficar lá, saímos andando mesmo, em direção a Ponte da Amizade (divisa com o Paraguai).

Uma área ótima para correr no centro da cidade foi por onde andamos, até que chegamos em um bairro de colonização árabe (vim a descobrir que é a cidade da América latina com maior colonização libanesa), topamos com uma mesquita linda e grandíssima mas não pudemos entrar, e depois de muito andar por becos escuros com o casaco enrolado na cabeça, a ponte!

Ninguém pediu documento, ninguém nem olhou... Foi só andar. Confesso que por aqueles lados de noite não é nada que eu aconselharia mas foi uma experiência. Chegando lá tudo estava fechado por conta do horário e não tinha sequer uma alma na rua (taxistas tem alma também, ok? Pois é, tivemos que andar mais e mais).

Depois de 7km de caminhada avistei dois homens ao lado de motos. Fui pedir para que nos levassem para o hotel e eles calharam de ser mototaxis. Que sorte a minha. Ou não. Foi um sufoco no caminho aos nossos aposentos... Não chegava nunca e eu não sabia se estava sendo sequestrado ou realmente levada ao hotel.

Minha avó estava em estado de choque; acho que há anos não passava por uma avalanche de emoção dessas.

Ufa, não fui sequestrada.

Dia seguinte amanheceu lindo! Destino: Cataratas!

Realmente, é absurdo. Eu esperava uma cachoeira, ou algumas, como pude ver na Zâmbia, Victoria Falls, mas não é nada disso; é algo imensurável, parece que não acaba mais, quanto mais você anda mais água você vê.

Dizem que do lado argentino é mais bonito, não vi mas posso afirmar que do brasileiro é lindo, cheio de bichinhos (os quatis que roubam nossa comida) e borboletas, por todo lado, parecendo filme da Disney.

As borboletas, assim como os liquens, são um indicativo de qualidade do ar, e isso se deve a imensa reserva ambiental em que as cataratas se encontram. Nesse parque há diversos passeios e fiz o mais clássico: Macuco Safari.

Tem um valor de R$179,00 por pessoa e por mais que o preço assuste um pouco, vale a pena. Fizemos uma super trilha no meio do mato e fomos de barco dentro das quedas d'água. É um passeio maravilhoso mas ao passar embaixo do véu eu sugiro que você abra o olho. De olho fechado deu pânico em uma moça no barco e na minha avó também, que surtou e queria descer de qualquer jeito, mas não tem como.

O lugar alí tem uma energia fora do comum mesmo; bate uma felicidade que nem se explica de onde veio.

Mais tarde voltei ao Paraguai para compras, dessa vez de taxi, tudo ótimo, bem no padrão America Latina.

Sugiro que experimente algo da cultura libanesa por ali, por exemplo kebab, que foi o meu jantar, logo antes de ir ao meu hotel (Viale Cataratas, que adorei) encontrar meninas que me acompanham nas redes sociais. E elas não esperavam sem nada a oferecer, além de muito carinho me deram ótimas dicas de o que fazer, como a represa de Itaipú que não tive tempo de conhecer e o Parque das Aves que fui em meu último dia.

É como um zoológico de aves (com alguns repteis e insetos também), com uma ótima infra-estrutura. Tudo limpinho, tudo funciona, tem um montão de bichos principalmente resgatados. Bem pertinho das Cataratas, é um dos pontos turísticos que não se pode perder.

Com o mesmo ônibus que usei para todos os programas (um verdinho), fui ao aeroporto, onde finalmente as policias revistavam malas após passarem pelo raio-x. Já estava achando estranha essa história de comprar infinitamente sem taxas e nem inspeção.

Vi muitos franceses e muitos holandeses... alguns americanos. Argentinos e paraguaios quase mais que brasileiros, rs...

Em suma, é uma viagem linda, um lugar que ninguém espera tamanha grandeza! 

Super hiper ultra mega indico! E façam o passeio em Itaipú que não pude fazer para me contar.

Até a próxima!

Layla











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19/05/15

Passagens Baratas!!!!

Como vocês bem sabem, meu hobbie é viajar, mas convenhamos que não é muito barato, né?

Costumamos usar sites como decolar.com ou submarino.com.br para adquirir nossas passagens e hotéis, o que é prático e tudo mais mas se você quiser encontrar uma passagem mais barata tem que tentar datas e datas, destinos e destinos....

Ultimamente entro nos sites: www.passsagensimperdiveis.com.br e www.viajandobaratopelomundo.com.br para ver as ofertas mais baratas que surgem por aí. 

Dá para seguí-los no Instagram também, onde anunciam todos os posts nos sites. (@passagensimperdiveis e @viajandobaratopelomundo)

Hoje mesmo vi anúncios de ida e volta para Miami à partir de R$777,00 ou Nova York à partir de R$611,00. As taxas não estão incluídas mas de qualquer maneira esses preços são excepcionais!

As ofertas são postadas em listas separadas de cada destino e cada cidade do Brasil que seriam as origens. Também contêm várias opções de dias de saída, oferecendo a quem busca viajar um leque de possíveis datas.

Super indico! Lembrando que as ofertas são tanto de voos nacionais quanto internacionais, e em alguns casos mostram ofertas de hotéis também.

Vale a pena!

Beijoo e boa viagem!
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02/05/15

Um belo horizonte a ser apreciado.

Uai; já havia pisado em território mineiro antes mas o clima não estava muito favorável para visitas então fui obrigada a voltar. Poucos dias, muita diversão!

Temos o costume de ir atrás de praia para viagens curtas mas vou lhes dizer que Belo Horizonte é uma ótima(!!!) opção.

Fiquei no bairro Belvedere, meio afastado (principalmente do aeroporto de Confins, onde cheguei, e aliás super aconselho a optarem pelo aeroporto da Pampulha, mais perto apesar de não passar em frente a Cidade Administrativa, um dos últimos projetos do ilustre Oscar Niemeyer), mas não deixei de visitar os lugares mais hypados.

Praça da Liberdade
Cada dia saí com uma pessoa, acho que isso me fez ver a cidade de diferentes pontos de vista, mas desde as voltas pela rota cultural de museus e edifícios políticos da Praça da Liberdade, bem frequentada e de astral leve, até a balada conhecida como a melhor da cidade, Chalézinho, e eu sendo da capital brasileira de casas noturnas, São Paulo, posso dizer que testei e aprovei... Amei! (Fui num domingo).

Praça do Papa
A parte clichê da Praça do Papa, na região residencial Mangabeiras, não ficou para trás, não. Já estive em muitas praças que compõe cidades do mundo todo e afirmo sem a menor relutância que é uma área absolutamente de primeiro mundo, super cuidada, que passa segurança e de onde se vê a cidade esparramada nos morros de um ponto bem alto, só não tão alto quanto o alí do lado, Mirante das Mangabeiras... QUE ABSURDO! Não sou muito de cidades e não vejo nada de mais em mirantes mas essa vista é chocante! Tão chocante quanto a naturalidade de todos explicando onde fica cada bairro, onde começa um ou termina outro, e detalhes do tipo que se me perguntarem referentes a minha cidade não vou fazer a mínima ideia de o que responder.

Mirante Mangabeiras
Provavelmente a situação mais engraçada foi na Rua do Amendoim. Não sabe que rua é essa, né? Eu também não sabia (o que todo mundo achou um absurdo), até estar em plena descida, ao lado da Praça do Papa e o carro, em ponto morto, andar para trás. QUEEEEE? 

É!

Eu fiquei pasma, confusa. Dizem que a reação mais comum é uma crise de riso. Tem uma explicação científica para o fenômeno mas não entendi nada, pra falar a verdade (física nunca foi meu forte).

Em suma, essa área me fez entender bem o nome "Belo Horizonte", hei de concordar que a vista é linda e nem imagino quão melhor poderia ficar de cima da Serra do Curral, mas não acredito que tenho preparo físico pra escalar tudo.

Aliás, um agradecimento especial à Sofia Andrade (dona de um blog de viagens suuuper legal: www.viajandonomapa.com ) por me levar para conhecer essa região, e também a famosíssima Savassi, bairro de bares, galera e cultura moderna. Super divertido e bom astral, mega ótima opção para escolher um de seus barzinhos e fazer aquele esquentinha, ainda mais agora no inverno.

Diz-se que todos os melhores restaurantes da cidade estão concentrados em um bairro, Lourdes, e não vou lembrar o nome de cada um dos que eu fui mas comi muito bem em todos, principalmente no Taste Vin... E quanto à isso, um imenso "obrigada" ao Breno Gontijo por ter me apresentado cada um deles, e como sempre ser um anfitrião mais que agradável.

Sem perder o fio da meada, o bairro me causou uma sensação diferente, me senti como numa cidade de interior (pela calmaria na rua, talvez justificada como sendo dias de semana os que fui, e tranquilidade das pessoas, além da simpatia absolutamente natural, não profissional como na capital Paulista), mas grande. 

Fiz um encontro com a galera que me acompanha em redes sociais em um Shopping (da primeira vez no BH Shopping e da segunda no Diamond Mall), e batendo um papo concluí que todas concordam que todo mundo se conhece, que quando eram menores brincavam na rua e dizem que a cidade é "um ovo"... Pois é, como eu disse, remete a interior, mas aí você repara na dimensão e ritmo de tudo e percebe que é uma capital, e não das pequenas. Confuso!

Na cidade de Brumadinho, super mega ultra perto de BH, está o museu de arte contemporânea ao ar livre, Inhotim. QUE LINDO!

Inhotim
Achei um exemplo de civilização para o nosso país, um poço de cultura da arte e um arranjo da natureza simplesmente de tirar o fôlego, meio que como o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Esse é um passeio necessário!

Inhotim
Por ser meio longe, para quem não quiser alugar carro e não quiser pagar uma fortuna de taxi eu aconselho fretar um motorista (a empresa Buzcar é hiper competente, me buscou e levou no aeroporto nas duas viagens - qualidade e simpatia, o útil e o agradável- o número é 031 99326832) para passar o dia lá. Dá para se hospedar na cidade de Brumadinho mas conheço muita gente que foi e achou bem precário.


No dia que eu fui não passei muito tempo, também não quis abusar do meu amigo que tirou o dia para me levar para conhecer, aliás, "obrigada" ao Renan Guedes também!

Bom, resumo: não fui em tudo mas gostei de tudo onde fui. Sem reclamações e inclusive muita gratidão pela recepção e pela comida, também famosa por ser fora do padrão (para aqueles viciados na relíquia da culinária mineira, o pão de queijo, sugiro a versão gourmet da Pão de  Queijaria, que fica na Savassi). Que trêm bom!

Boa viagem, sô!



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22/04/15

Viagem à África - parte 5

Última parte da saga da minha viagem para a África. para ler os anteriores:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Parte 5:

5/5/2012

Hoje, 5 meses depois dessa experiência única, eu meu pai e meu irmão resolvemos parar e ler o diário de bordo. Vimos que faltavam umas partes dos últimos 3 dias, que eu não escrevi nada pois estava atracada em um livro muito bom.

Essas minas de ouro na verdade eram um parque de diversões onde uma das atrações (aliás paga a parte) era descer para visitar uma mina de ouro desativada. Fedia, era úmido e estava lotado: odiei! Em compensação curtimos o parque.

Já meu pai foi para o cassino logo na frente do parque enquanto eu e meu irmão nos divertíamos (inclusive com um brasileiro de Minas Gerais que conhecemos na fila de uma montanha russa).

Saindo de lá descobrimos que só fomos na metade do parque porque não conseguimos chegar do outro lado, de tão grande. Então fomos de encontro ao meu pai no cassino, todo empolgado, ganhando. Ele conheceu uma senhora super simpática mas que, tadinha, só perdia! Ele encanou que ela o trazia sorte e quando chegamos ele não queria ir embora e nem deixar que ela fosse, só gritava de longe para nós dois que menores de idade não podíamos entrar na área de jogo para pedir que disséssemos em que número ele devia apostar.

De noite, fomos a um Mall onde jantaram uma comida enquanto eu dormia na mesa, brava (pra variar), fingindo não estar com vontade de comer a lula grelhada que chegou. De lá fomos dormir e só.

Dia seguinte passamos o dia pela cidade, fizemos compras e almoçamos em um restaurante tailandês onde o viado do garçom das Ilhas Maurícios teve tempo de falar muuuito, menos de avisar que a salada que eu pedi tinha um pouco de abacate mas a maioria do molho verde era wasabi, e eu, pensando o contrário, quase morri ao levar uma colher de raiz forte a boca em pleno restaurante. Imagina o barraco de eu com a garganta em chamas num restaurante chique.

Esse mesmo garçom nos indicou um restaurante chamado Carnival no Mandella Square (um mini shopping) para que provássemos carne de kudú - aquele veado colorido e chifrudo, lindo, que só tem na África. Mais uma vez, esse garçom só podia estar de sacanagem! ODIEI A CARNE! Mais forte do que carnes de caça como Javali e quase crua... E olha que além de pimenta eu costumo comer tudo sem nem fazer cara feia, principalmente de outra cultura.

Ah, e meu pai encanou que os shoppings fediam e andava quase rastejando pelas paredes.

Na próxima manhã, acordamos e fomos direto para o Lions' Park. Já descendo do carro vi uma pedra e lembrei do meu avô, que sempre pedia uma pedra de qualquer lugar onde eu viajasse (não deu tempo de eu entregar para ele mas foi enterrado com ela).

Bom, esse era um lugar com alguns suricatos, hienas, wild dogs, e muitos leões em cativeiro (brancos, normais, albinos, adultos, filhotes, doentes, de tudo...). Tinha também um pasto com zebras, girafas, impa las, avestruzes e tudo mais. A princípio nem ligamos para essa parte pois já estávamos habituados mas depois fique encantada ao alimentar as girafas com castanhas, que enrolavam nossas mãos em suas línguas gosmentas, diferente dos avestruzes que bicavam forte e machucava.

O que meu pai gostou mesmo foi dos suricatos, que mesmo já tendo morado na África ele nunca tinha visto.

Demais foi acariciar os baby leões. Tiramos muitas fotos mas ao chegar no Brasil fomos assaltados e perdemos tudo das máquinas. Meu pai por acaso tinha fotos no celular com os filhotes de leão pois no dia a máquina descarregou, e essas foram as únicas que sobraram, além da do bungee jump que comprei em um CD (todo o resto a galera que conhecemos nos camps nos enviou por email).


No Lions' Park mesmo, conhecemos brasileiras fazendo trabalho voluntário e com certeza quero fazer também. O esquema é mega legal!

Saímos de lá, arrumamos as coisas, fomos para o aeroporto, onde encontramos uns ingleses (um muito gato que pulou de bungee jump no mesmo dia que eu e parecia o Zac Efron - aliás ele que me reconheceu e fiquei toda empolgada e meu pai enciumado).

Depois disso voltamos pra casa cheios de histórias para contar!

Espero que tenham gostado,

Até a próxima...



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